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Anónimo. São 30 segundos

há um mês Relato directo
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Alegadamente "Alegadamente, vivem-se tempos particularmente sobrios para algumas equipas. A cultura de gestão de alguns leads parece assentar numa lógica de "o pastor e o rebanho". O espírito crítico e a capacidade de questionar são apresentados como qualidades desejáveis mas apenas enquanto não põe em causa a narrativa estabelecida. Os team leads representam muito bem essa realidade. Numa empresa onde a experiência em cargos de liderança parece não ser um requisito, muitos acabam por ocupar estas posições sem qualquer preparação para tal. O modelo de gestão baseado no controlo, na insegurança e na eliminação de quem não encaixa é bastante óbvio. O resultado disto vive-se todos os dias. As pessoas trabalham sob uma pressão constante para atingir targets que, em muitos casos, parecem completamente desajustados à realidade. Espera-se qualidade recorrendo a tools deficientes e não otimizadas, processos ineficazes e recursos de apoio insuficientes entre outros. O mais curioso é que estes problemas parecem por vezes ser bastante transversais entre equipas da FF. Inevitavelmente, voltamos ao mesmo ponto: a liderança. Algumas destas posições parecem nascer menos do mérito e mais das relações de proximidade e das amizades cultivadas em horário de trabalho. Quando o conhecimento é substituído pelo favoritismo, cria-se um ambiente onde as competências deixam de ser o principal critério para evoluir. A forma como alguns leads lideram é simplesmente lamentável. Reuniões em que o verdadeiro objetivo não parece ser alinhar os memsos ou resolver problemas, mas sim recolher informação que, mais tarde, possa ser utilizada contra os próprios trabalhadores. Pede-se sinceridade. Pede-se transparência. Pede-se feedback. Mas nunca se esqueçam de que nesta empresa, toda a ação tem uma repercussão, pelo menos para alguns. Comentários feitos de forma construtiva são facilmente transformados em afrontas. Sugestões para melhoramento das tools são ignorados ou ficam esquecidos no tempo. Perguntas são vistas como desafios à autoridade. Não porque o conteúdo o justifique, mas porque uma liderança excessivamente sensível e alimentada pelo próprio ego tende a ver qualquer 'discordância' como uma ameaça. As dificuldades que os trabalhadores partilham deixam de ser oportunidades para compreender a origem das dificuldades e tornar processos mais eficientes. Passam a ser armas que podem ser usadas para questionar competências, compromisso ou até mesmo o desempenho. Em vez de se construir uma equipa sólida, confiante e psicologicamente segura, constrói-se uma cultura onde impera o receio de falar. Uma empresa que parece ter perdido, pelo caminho, o que outrora a distinguia. O mais preocupante é mesmo a raiz do problema que é bem mais profunda do que aparenta. E quem o reconhece muitas vezes, pouco ou nada consegue fazer para o alterar. É um sistema que se alimenta de si próprio. Um jogo onde as regras mudam conforme o jogador, onde alguns começam a partida várias casas à frente e outros descobrem que nunca estiveram a jogar para ganhar. Num jogo viciado, não vence quem tem mérito, vence quem melhor conhece o crupiê. Talvez seja por isso que tantas pessoas acabam ser 'convidadas a sair'. Não porque lhes falte competência, dedicação ou vontade de fazer um bom trabalho, mas porque chega um momento em que percebem que o problema nunca esteve nelas. Estava na cultura. Numa liderança que confunde submissão com respeito e espírito crítico como insubordinação. Quando uma empresa começa a eliminar precisamente as pessoas que saem dos moldes deixa de cultivar talento. Limita-se a formar um rebanho cada vez maior, convencido de que seguir o pastor é mais seguro do que procurar um caminho melhor. "
Experiencia própria.
há um mês Relato directo
FarfetchOutros
Alegadamente os "Leads" desta empresa pouco lideram, não conhecem o conceito. Ainda lhes falta aprender a captar e gerir o talento que acaba por escapar devido à castração constante. Agora até os feedbacks sao escolhido por eles. Tudo para justificar as notas que nunca sao refletidas pelo desempenho mas sim pelas "amizades" e gostos pessoais. Se fazes números o teu problema é não colaborares em equipa. Se tens "team spirit" tens de melhorar os números... Como é possivel despedirem pessoas alegando que fizeram poucos numeros quando essas mesmas pessoas superam outras, em performance, que ficam. O que se passa realmente aqui? Que tal publicarem os números da equipa e realmente existir uma transparência nas decisoes? A Farfetch é como a TVI e os seus reality shows - manipulam os resultados para manter os seus favoritos.
Trabalho lá.
há 2 meses Noticias
FarfetchOutros
Farfetch evitou falência em 2023 e foi adquirida pela tech Coupang em Jan 2024. Plataforma conecta +1.400 marcas a milhões de visitantes mensais em +190 países. Lança Farfetch First na Europa com entrega grátis no dia seguinte. 4º trimestre de 2025 foi o 1º com crescimento positivo desde aquisição.
há 2 meses Relato directo
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Alegadamente "Há sempre uma forma nova de maquilhar o mesmo problema — agora chamam-lhe “sales com sorteio”. Bonito nome, quase ingénuo. Dá a ideia de transparência, de igualdade, de oportunidade para todos. Mas ninguém é assim tão ingénuo. Porque, curiosamente, a “sorte” tem sempre os mesmos favoritos. Os mesmos nomes, as mesmas caras, os mesmos beneficiados de sempre. Coincidência? Claro. Tão coincidência como ganhar o euromilhões todas as semanas — só que aqui já nem tentam disfarçar muito bem. Tudo isto acontece à frente de toda a gente, sem grande esforço para esconder. Um ambiente onde alguns se comportam como se aquilo fosse propriedade privada, não um espaço de trabalho. A diferença é que antes ainda havia um certo pudor — agora nem isso. Aliás, isto nem é novidade. Já tivemos uma directora que acabou despedida, mas deixou escola. A mesma que se orgulhava de posar em estúdio com listas de despedimentos, como se fosse um troféu. A mesma que “por acaso” escondia artigos em caixas para depois serem “descobertos” pela sua própria sorte. Um talento raro, de facto. E agora? Mudam-se os nomes, mantém-se os hábitos. As tais sales “aleatórias” continuam a calhar — veja-se lá — à actual directora de office e à maquilhadora de estimação. Deve ser mesmo azar dos outros. Ou então sorte… mas sempre muito bem orientada. No fim, o mais curioso nem é o esquema. É a naturalidade com que tudo isto acontece. Como se ninguém percebesse. Como se ninguém visse. Ou pior: como se já ninguém esperasse melhor."
Relato directo.
há 5 meses Relato directo
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Alegadamente existe uma clara reticência em aumentar vencimentos, o que contrasta com a afirmação anterior de que a empresa “não deve nada a ninguém”. Essa incoerência fragiliza a confiança interna. As avaliações baseiam-se em standards dificilmente atingíveis, gerando frustração em vez de motivação. 1/4
Relato Direto
há 5 meses Relato directo
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Alegadamente as avaliações baseiam-se em standards dificilmente atingíveis, gerando frustração em vez de motivação. As pessoas sentem que o esforço não é devidamente reconhecido e que não são verdadeiramente valorizadas. 2/4
Relato direto
há 5 meses Relato directo
FarfetchOutros
Alegadamente no escritório de Lisboa, a situação física também preocupa: o espaço está lotado, a limpeza é insuficiente e, nos dias de maior afluência, há um mau cheiro no ar, o que afeta o bem-estar diário. 3/4
Relato direto