Escola 42 e TUMO Lisboa, projetos liderados pelo "superliberal" Pedro Santa Clara, operam sem professores tradicionais, usando apenas "learning coaches" e especialistas. Modelo controverso recebeu 250 mil euros de várias câmaras municipais e quase obteve 5M€ da CM Lisboa por ajuste direto. FENPROF denuncia tentativa de precarização da profissão docente que usa "jovens licenciados, com alta rotatividade e por isso altamente precários, como mentores em sala de aula".