Softinsa, empresa do grupo IBM, defende que a IA acelera mas não substitui programadores. Henrique Mourisca, diretor-geral, afirma que ferramentas de IA podem gerar código, mas profissionais precisam desenvolver novas competências como "a arte do prompt" e validação técnica. Empresa prevê que trabalho rotineiro desaparecerá e que as exigências para novos profissionais serão maiores.